A sustentabilidade da criação - II

Continuação de: A sustentabilidade da criação - I

Nos últimos anos, vimos um cenário desolador na Amazônia, que foi a pior estiagem dos últimos cinqüenta anos. O desenvolvimento predatório, bem como as políticas que excluem os povos que vivem nessas regiões, leva à destruição do maior patrimônio genético, que está em solo brasileiro. A destruição de florestas, as queimadas para transformar florestas em pastagem e a visão destruidora da maioria das madeireiras – que não tem compromisso com o desenvolvimento sustentado – fazem do Brasil um cenário de destruição. Isso se observa na região amazônica, na região do Pantanal e em seu entorno, bem como em muitos outros lugares do Brasil. Observamos a destruição da Mata Atlântica em nome do progresso.  Em virtude da prática desordenada de derrubadas de florestas e das queimadas, o Brasil é um dos maiores poluidores do mundo.

O primeiro artigo do credo apostólico “Creio em Deus Pai, todo poderoso, criador do céus e da terra” nos desafia a tomar pequenas atitudes do dia-a-dia, preocupando-se com a sustentabilidade do nosso futuro e dos nossos filhos. Deveria ser evitado o uso de produtos agrotóxicos para “limpar” o capim que cresce ao redor da casa onde moramos. Lamentavelmente é comum observar que se substitui o verde dos nossos jardins pelo pedregulho. A confissão de que Deus é o criador e o mantenedor da vida também deveria nos fazer reconsiderar o nosso senso de estética. Cortam-se árvores que dão sombra, porque fazem muita “sujeira”, por causa das suas folhas. Sujeira maior é passar veneno no capim dando um aspecto amarelado e desolador. Sem considerar o malefício às pessoas, aos animais e aos insetos. Um hábito muito comum é aplicar defensivos agrícolas próximo às margens de lagoas, rios, riachos, ribeirões e mananciais de água para, ironicamente, “limpar” essas áreas do capim verde, substituindo-o com a vegetação amarelada e depois seca. Não se percebe que com isso se está depositando metais pesados, matando microorganismos, sapos, peixes, plantas aquáticas e as plantas em volta dos mananciais. Tudo isso é fundamental para a proteção do meio ambiente e para a existência da própria água. É imperativo cuidar em separar o lixo orgânico com o reciclável, especialmente embalagens plásticas, caixas de leite, vidros, baterias e outros produtos industrializados recicláveis.

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Por que ainda ler a Bíblia?

Entrevista com Enio R. Mueller onde ele fala sobre a sua relação com a Bíblia e sobre um dos "resultados" dessa relação, o seu livro Caminhos de Reconciliação: A Mensagem da Bíblia , que ele qualifica como "a cristalização de tudo que aprendi nesses anos de leitura, inclusive na sua forma leve e prazerosa".

Eis a entrevista:

Em nossa época, por que ainda ler a Biblia? A sua mensagem ainda é atual?
Eu diria que justamente a nossa época pede isso. As pessoas estão cada vez mais em crise de identidade. Ao não saber bem quem são, ficam se modelando aos heróis de plantão, e nesse troca-troca passam a vida. O que estamos sugerindo neste livro é que a narrativa bíblica, ao nos desvelar a identidade de um povo, o povo de Deus, mostra que fazemos ou podemos fazer parte desse povo. E que a história ali contada é a história d
a minha vida, da nossa vida, colocada agora dentro de um marco ampliado, que estende o meu tempo biográfico tanto para trás como para frente. Também nesse sentido a Bíblia é um espelho, nesse caso espelho de nós próprios, de nós próprios como vistos no coração de Deus. O que poderia ser mais atual que isso?

Sobre a Grafar

Em 1994 foi criada a Grafar Editoração Eletrônica Ltda. A sua principal atividade foi a prestação de serviços de diagramação de livros para diversas editoras. A partir de 2010 passa a se chamar Editora Grafar Ltda e, além de continuar prestando serviços de diagramação, começa a publicar seus próprios livros e a manter este site com uma livraria virtual.

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